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DIABI

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A Diretoria Geral do Instituto de Contas informa aos servidores deste Tribunal que, considerando a demanda em relação à participação no curso ENTENDENDO MELHOR O SEI - Nível Avançado, por servidores deste Tribunal, está disponível uma nova turma, no dia 24 de março, no horário de 14h às 18h.

Os servidores interessados em participar deverão realizar sua inscrição no link abaixo, utilizando o login e a senha da rede.

Encontro foi promovido pela Segunda Relatoria do TCE/TO

“É importante trazê-los ao Tribunal, pois é uma oportunidade de ampliar os canais de comunicação entre municípios e TCE. Eu me coloco à disposição dos que vão estar à frente de seus municípios nos próximos quatro anos”. Ao proferir essas palavras, o responsável pela Segunda Relatoria do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE/TO), conselheiro relator André Luiz de Matos Gonçalves, abriu oficialmente a reunião técnica com representantes de 27 municípios do extremo norte do Estado, região conhecida como Bico do Papagaio.

O objetivo do encontro, que reuniu prefeitos, presidentes de Câmaras, secretários e demais técnicos dos municípios, na manhã desta terça-feira, 21, foi chamar a atenção para a importância da missão que cada um assumiu e das consequências caso não a cumpram dentro da legalidade.

Conselheiro André explicou temas técnicos da administração pública, como orçamento e planejamento, despesas com pessoal, repasses para o legislativo, fracionamento de despesa, contratação por inexigibilidade de licitação, pregão eletrônico e portal da transparência.  “Os gestores precisam saber escolher bem sua equipe de trabalho, para que não tenham uma má gestão e suas contas não sejam rejeitadas”, ressaltou o conselheiro relator.

O presidente do TCE/TO, conselheiro Manoel Pires dos Santos, parabenizou a todos pela participação. “Ver esse auditório lotado mostra realmente a vontade de acertarem durante a gestão. Parabenizo também o conselheiro André e sua equipe, pela realização desse evento, que só reforça o papel do Tribunal de Contas de orientar para que os gestores cumpram seu papel devidamente”, finalizou o presidente.

Para o prefeito do município de Ananás, Valber Saraiva de Carvalho “a reunião foi muito boa e minhas dúvidas esclarecidas. Gosto de participar dos eventos do TCE, sempre venho para ter orientações e ampliar meus conhecimentos para que possa exercer de forma plena minha gestão”, avaliou o prefeito.

Na programação do evento, sete palestras trataram dos temas: SICAP Contábil e Gestão Fiscal, abordado pela titular da coordenadoria de acompanhamento contábil e gestão fiscal, Najla Mansur Braga; CADUN – Cadastro Único, ministrada pelo analista de sistemas Alziro Valério Borges Alves; SICOP – Sistema de Comunicação Processual e o Portal E-Contas, proferida pelo analista de sistemas Marcus Barbosa Pinto; SICAP – Licitações, Contratos e Obras, apresentada pelo auditor de controle externo Flávio Brito Teixeira e pelo técnico de controle externo, Osli Adriel de Melo; SICAP – Atos de Ptessoal, com a coordenadora de Controle de Atos de Pessoal, Fernanda Almeida Correa Antunes; IEGM – Índice de Efetividade da Gestão Municipal, abordada pela coordenadora de auditorias especiais, Lígia Braga; e por fim a palestra “Divergências recorrentes nos processos de auditorias”, apresentada pela titular da Segunda Diretoria de Controle Externo, Dilce Stakoviak.

 

Terça, 21 Março 2017 00:00

Curso acontecerá dia 27 e 28 de março.

O curso Governança e Gestão nos Tribunais de Contas tem como objetivo a busca pela excelência em nossas instituições.

Contará com a participação do renomado Dr. Oscar Motomura fundador e principal executivo da Amana-Key, uma das organizações mais especializadas do mundo na área de gestão, estratégia e liderança das organizações.

Fará parte da programação do evento:

1) Lançamento do Anuário IEGM Brasil: resultado do trabalho de aplicação do IEGM nos municípios brasileiros, sendo o maior estudo de gestão pública do país, e

2) Lançamento da Revista Técnica dos Tribunais de Contas – RTTC: publicação que visa promover a divulgação nacional de artigos doutrinários sobre o controle externo.

Público Alvo:

- Membros

- Procuradores

- Servidores

Data: 27 e 28 de março de 2017

Local: Instituto Serzedello Corrêa (ISC) - Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), Trecho 3, Pólo 8, Lote 3 – Brasília-DF.

PROGRAMAÇÃO:

27 de março, segunda-feira

14:30 às 15:00

 Abertura

 IRB / ATRICON / ABRACOM / AUDICON / TCU 

15:00 às 16:00

 Palestra: Liderança em Instituições Inclusivas   

 OSCAR MOTOMURA - Amana-Key

16:00 às 16:30

 Palestra: Govenança nos Tribunais de Contas 

 Augusto Nardes - Ministro TCU 

16:30 às 17:00

 Palestra: Governança nos Tribunais de Contas

 SEBASTIÃO HELVECIO – IRB e TCEMG

17:00 às 17:30

 Palestra: Os Tribunais de Contas e a Promoção da Boa Governança

 CARLOS MAURÍCIO CABRAL FIGUEIREDO - Cooperação Alemã - GIZ/IP

17:30

 Lançamento:

 Revista Técnica dos Tribunais de Contas / Anuário IEGM Brasil 2015 

 

28 de março, terça-feira

09:00 às 09:30

 Governança e Gestão nos Tribunais de Contas: um diálogo com o Marco de Medição de Desempenho (MMD)

 VALDECIR PASCOAL – Atricon

09:30 às 11:30

 Painel

 Minha Experiência como Gestor no Tribunal de Contas: dificuldades e avanços

 IVAN BONILHA – TCEPR

 RENATO RAINHA – TCDF

 DIMAS RAMALHO – TCESP

 NALUH MARIA LIMA GOUVEIA – TCEAC

11:30

 Encerramento

Inscrições:

https://libano.tce.mg.gov.br/eeventos/governancaegestaonostribunais/4211

 

A Diretoria Geral do Instituto de Contas informa aos servidores deste Tribunal que a partir de terça-feira (21/3/2017), as 8h, nas salas 16 e 11, terá início o treinamento sobre o SEI - Sistema Eletrônico de Informações. Os servidores que participarão do curso deverão realizar sua inscrição no link abaixo, utilizando o login e a senha da rede, nas turmas: nível básico ou nível avançado.

* Verifique no final desta página a listagem de servidores convidados a participarem da capacitação, nível básico e nível avançado.

Para realizar sua inscrição clique aqui

 

NÍVEL BÁSICO

Dia 21 de março:

2 Turmas manhã - 8h às 12h

2 Turmas tarde - 14h às 18h 

Dia 27 de março: 

2 Turmas tarde - 14h às 18h

 

NÍVEL AVANÇADO

Dias 23 e 24 de março

1 Turma manhã - 8h às 12h

1 Turma tarde - 14h às 18h 

 

Qualquer dúvida, a Secretaria Acadêmica estará a disposição para auxiliá-los. 

A última edição da Revista de Informação Legislativa (RIL) conta com um artigo da conselheira do Tribunal de Contas do Tocantins, Doris de Miranda Coutinho “Uniformização da legislação dos tribunais de contas” que traz uma abordagem do cenário legislativo atual no tocante ao controle externo e à necessidade de elaboração de uma lei geral de processo de contas. Para tanto, destrincha preliminarmente o âmbito de atuação dos tribunais de contas positivados pela Constituição Federal. Aponta, em seguida, as vantagens advindas da instituição de normas gerais de processo de controle externo para, no fim, apontar a natureza jurídica sui generis dos processos de contas, distinguindo-os dos outros tipos de processos (judicial, legislativo e administrativo). Discorre também sobre as funções estatais republicanas e situa os tribunais de contas dentro do panorama institucional advindo da Carta Magna Cidadã de 1988.

A Revista de Informação Legislativa (RIL) é uma publicação trimestral, produzida pela Coordenação de Edições Técnicas do Senado Federal. Publicada desde 1964, é, entre os seus congêneres, o periódico brasileiro que há mais tempo circula ininterruptamente no País.

Em seus mais de 50 anos, a Revista tem divulgado artigos inéditos predominantemente nas áreas de Direito, Ciência Política e Relações Internacionais. Sua missão é contribuir para a análise dos grandes temas em discussão na sociedade brasileira e, consequentemente, em debate no Congresso Nacional.

ONDE ENCONTRAR A REVISTA

Na biblioteca do Tribunal de Contas está disponível, em formato físico, para consulta e empréstimo aos servidores e membros da TCE, assim como formato digital, disponível via sistema Sophia Biblioteca o link para acesso ao da publicação.

 Link Sistema Sophia da Biblioteca Conselheiro José Ribamar Meneses/TCE/TO:

http://172.30.0.6/sophia_web/

Link do Senado Federal da Revista de informação legislativa – RIL:

http://www12.senado.leg.br/ril

TCE/TO é parceiro da iniciativa

Mais de 400 gestores públicos, entre prefeitos, vice-prefeitos e secretários municipais lotaram o auditório do colégio São Francisco, em Palmas, nesta sexta-feira, 10, para participar do seminário Um Mundo em Transformação. O evento, com a finalidade de contribuir para o desenvolvimento regional, é promovido pelo Sebrae/TO, com apoio do Tribunal de Contas do Tocantins, FIETO, FECOMÉRCIO, FAET e ATM.

O presidente em exercício do TCE/TO, conselheiro Severiano Costandrade, destacou a parceria dos Tribunais de Contas firmada com o Sebrae na implementação e cumprimento da Lei das Micro e Pequenas Empresas. “Aqui no Tocantins, ela se renova a cada ano, com a realização do Programa Agenda Cidadã, que percorre as regionais levando orientações para gestores, servidores públicos e Sociedade”, pontuou Costandrade.

Para o superintendente do Sebrae/TO, Omar Hennemann, a iniciativa do seminário tem a proposta de "entusiasmar os gestores públicos com a possibilidade de aplicar ações inovadoras na busca da melhora contínua do ambiente favorável para os pequenos negócios crescerem".

O seminário se estende até o fim da tarde. Na programação da manhã, ocorreram duas palestras:  “O poder de uma boa gestão”, com o prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes, e “O turismo com o fator de desenvolvimento”, do diretor de Administração e Finanças do Sebrae nacional, Vinícius Lages.

Palestra TCE/TO

À tarde, o conselheiro substituto do TCE, Moisés Vieira Labre, ministra a palestra “Inovações Tecnológicas e o TCE/TO.

O evento foi prestigiado por diversas autoridades, como a vice-governadora, Cláudia Lélis, senadora Kátia Abreu, deputado federal, Irajá Abreu, presidente da Associação Tocantinense dos Municípios (ATM), Jairo Soares Mariano, prefeita em exercício de Palmas, Cínthia Ribeiro e os deputados estaduais Alan Barbiero e Paulo Mourão.

 

 

Texto aborda a importância do controle eficiente para renovação moral da república

O Portal Jota, site especializado na área jurídica, publicou no dia 1º, artigo de autoria da conselheira do Tribunal de Conta do Tocantins (TCE/TO), conselheira Doris de Miranda Coutinho. “Não podemos descurar de um controle forte e eficiente para a renovação moral da república”, destaca a conselheira.

Confira a íntegra do artigo:


Resgate ao controle

Atuação mais rigorosa de organismos de controle desperta inquietação dos que são controlados


Nas democracias, antigas e modernas, o controle é um item de série, não um adorno, cuja premissa não é consequência de crises
político-institucionais recentes, a exemplo da que o Brasil atravessa, mas espelha uma preocupação antiga, já exposta por Montesquieu, ao pregar uma estrutura de controle do “poder pelo poder” para conter o recorrente arbítrio do Estado absolutista, em detrimento das liberdades individuais, no auge do liberalismo francês do século XVIII.


Desde então, o controle do Estado e, sobretudo, das autoridades públicas, passou a integrar, indissociavelmente, o núcleo e a essência daquilo que se entende por democracia e república. Destaca-se a ideia de accountability, que, embora não tenha correspondente literal na língua portuguesa, representa, de um modo geral, a noção básica de responsabilidade na gestão dos interesses da coletividade, no exercício do poder público.


A importância do estudo do accountability no Brasil advém, paradoxalmente, de sua debilidade, a qual fragiliza a qualidade da democracia no país. Neste aspecto, é notável a abordagem do cientista político argentino Guillermo O’Donnell e a distinção que este faz entre accountability vertical e horizontal.


Na linha vertical, ele alude a uma dimensão eleitoral do accountability. Ou seja, eleições realizadas de forma livre e justa funcionariam como instrumentos de punição ou premiação dos representantes, conforme sejam depostos ou reeleitos pelo voto dos eleitores, articulando-se um controle pelo processo eleitoral.


Entretanto, embora o sufrágio seja um componente básico de qualquer democracia, a fiscalização praticada apenas nas urnas não se mostra suficiente, sob pena de constituir-se uma espécie de democracia intermitente ou meramente homologatória de mandatos. Exercida somente de tempos em tempos, daria azo à afirmação de Rousseau, de que o povo só é livre no momento da eleição dos membros do Parlamento, finda esta, hei-lo na escravidão.


Por isso, justifica-se a essencialidade de mecanismos complementares e autônomos para o exercício da vigilância permanente do poder público. Surge, daí, a noção horizontal de accountability, segundo O’Donnell, representada por instituições estatais que estejam autorizadas pela Constituição a vigiar, controlar, corrigir e, se necessário, sancionar ilícitos praticados por outras instituições, sobretudo nos casos de corrupção e de má gestão dos recursos públicos.


Esta dimensão, diferentemente da chamada vertical, reporta a uma supervisão contínua dos atos estatais, e por organismos que se encontrem do lado de fora da estrutura governamental, e que, portanto, têm vista panorâmica das condutas do poder.


A organização do Estado brasileiro, a partir Constituição Federal de 1988, deu importância ímpar às formas de accountability horizontal, ao contemplar instituições de controle autônomas, não inseridas no quadro clássico da divisão dos poderes, formando um quarto bloco de funções constitucionalmente independentes, responsáveis pela fiscalização e tutela dos recursos e direitos da coletividade. Destacam-se as amplas competências atribuídas ao Ministério Público (art. 127 e seguintes) e ao Tribunal de Contas (art. 70 e seguintes).


Vê-se, por tais dispositivos, que o constituinte depositou enorme confiança nestas instituições, a fim de que correspondessem às expectativas da sociedade quanto ao constante saneamento moral da República.


Mas, para que isto ocorra e essas instituições possam ter autonomia ao agir e eficiência nos resultados, as fronteiras de sua ação fiscalizadora devem ser reconhecidas e respeitadas pelos outros atores no contexto institucional, além de protegidas, se violadas. Caso contrário, materializar-se-ia um controle frágil, terreno fértil para a corrupção e para os desvios de conduta.


A realidade, porém, tem sido diferente.  A atuação cada vez mais rigorosa e destacada dos organismos de controle tem despertado inquietação dos que são controlados. Para aqueles que aspiram atuar sempre no campo da discricionariedade, os limites e as responsabilizações constituem pedras no caminho.


E, à medida em que cresce o inconveniente do controle eficaz, estreitando a passagem pela qual se conduzem os malfeitos, aumenta o ímpeto de expansão do não-accountability.


Neste sentido, uma sucessão de medidas políticas e jurídicas levadas a efeito nos últimos tempos desvelam este intento. A começar pelo veredito do Supremo Tribunal Federal que, por maioria de votos, arruinou grande parcela da competência dos Tribunais de Contas, ao decidir que as contas dos prefeitos municipais, também quando ordenadores de despesas e, portanto, administradores diretos do dinheiro público, escapam ao julgamento das cortes de contas, concebidas pelo constituinte para este fim. Com isso, abriu-se uma clareira no meio da Lei da Ficha Limpa, para que, à margem dela, transitassem elegíveis vários mandatários cuja ficha já estava imunda.


Outras medidas, como o projeto de lei nº 3.636/2015, que afasta os tribunais de contas da formação dos acordos de leniência junto às empresas que cometeram ilícitos e mitiga a atuação do Ministério Público nas ações de improbidade administrativa, corroboram à composição deste quadro.


Poderia, ainda, incluir-se aqui, a tentativa frustrada de inclusão em lei, de uma espécie de anistia às tipificações pretéritas à conduta conhecida como “caixa dois”, e a retirada, do âmbito do projeto das intituladas 10 medidas de combate à corrupção, de instrumentos importantes de aprimoramento do controle, como o programa de ajuda aos reportantes ou whistleblower.


Estes expedientes, que impõem maiores obstáculos ao enfrentamento dos desvios na gestão pública, atingem diretamente as ações de controle, essenciais à instrumentalização do accountability de natureza horizontal. Ademais, denotam que a sua efetividade corre sérios riscos e, se não for desde logo resgatado, perderá espaço para a corrupção e a iniquidade.

A Escola de Contas do Tribunal de Contas da União – Instituto Serzedello Corrêa – ISC/TCU oferece 30 vagas, aos servidores dos Tribunais. Inscrições estão abertas até próxima quinta-feira, 09 de março, no endereço abaixo:

https://contas.tcu.gov.br/ead/course/info.php?id=501

IMPORTANTE: Para realizar a inscrição o candidato deve ser cadastrado no Portal do TCU. 

Curso

Fundamentos de Governança Corporativa Aplicada ao Setor Público - IRB (Autorizado)

Programa

Programa de capacitação de auditores de Tribunais de Contas subnacionais

Objetivos

Ao final do curso o participante deverá ser capaz de compreender os conceitos do Referencial Básico de Governança Aplicável a Órgãos e Entidades da Administração Pública (RBG).

Público-alvo

Servidores públicos.

Pré-requisitos

Não há.

Modalidade

A distância

Período de inscrição

23/02 a 09/03/2017

Período de realização da ação educacional

20/03 a 20/04/2017

Carga horária

30 h/a

Horário

sugere-se a dedicação diária de 1 hora e 30 minutos

Dias da semana

sugere-se a dedicação semanal de 7 horas e 30 minutos

Local de realização

AVEC/TCU

Conteúdo programático

Fundamentos de governança corporativa e de governança pública. Referencial básico de governança aplicável a órgãos e entidades da Administração Pública (RBG).

Facilitadores de aprendizagem


RENATA MIRANDA PASSOS CAMARGO (Mestre)

Auditora Federal de Controle Externo do TCU desde 2006. Profissional com mais de 18 anos de atuação no setor público, especializada em temas relacionados a governança e gestão. Mestre em Gestão do Conhecimento e da Tecnologia da Informação (UCB/2013); Especialista em Governança em Tecnologia da Informação e Comunicação para o Setor Público (UnB/2012); MBA em Governança de Tecnologia da Informação (Uniceuma/2010); MBA em Administração Estratégica de Sistemas de Informação (FGV/2004); Especialista em Educação a Distância (Senac/2008); e Bacharel em Ciência da Computação (UCB/2000). Certificada em gestão de serviços (ITIL® Foundation). Gestora e técnica, atuou profissionalmente em organizações como a Secretaria do Tesouro Nacional - STN (até 2006), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA (até 2003), Presidência da República Federativa do Brasil - PR (até 2002) e Serviço Federal de Processamento de Dados - SERPRO (até 1998).

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